Mostrando postagens com marcador Outras Vozes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Outras Vozes. Mostrar todas as postagens

4 de novembro de 2011

Que tal um som a várias vozes?








Acostumados a ouvir apenas uma ou algumas pessoas cantarem, quem escuta o coral pela primeira vez estranha como tantas vozes são capazes de interpreta uma música. Aqueles que nunca ouviram, acham diferente, outros são fãs de carteirinha e não perdem uma apresentação. Além de trazer no repertório arranjos a várias vozes, o Coral Voix-Là  ainda procura nas canções estrangeiras fazer seu diferencial e atrair o público. 

O francês, inglês, italiano, hebraico, espanhol, alemão, latim e português estão no repertório do grupo.  O Coral possui o acompanhamento de professores do Departamento de Letras da UFV, o que faz com que os coralistas aprendam também com a pronúncia das letras. "É muito bom estar com pessoas que gostam de música como eu. Aqui no Coral nós também passamos a ter interesse por outras línguas, como o francês que comecei a admirar e o hebraico que nem conhecia", afirma o baixo César Melo. 

Inicialmente o Voix-Là era composto por alunos do Departamento de Letras (DLA) da UFV, com objetivo de aprimorar o francês e o inglês. Hoje o Coral possui alunos de vários cursos, inclusive do mestrado. Sob a regência do maestro Rodrigo Luís o grupo se apresenta em vários eventos na universidade. "É uma honra ter a oportunidade de participar de eventos que aumentam a disseminação da cultura na cidade e na UFV", disse o regente. 

O Coral que completa cinco anos, passou pela regência de Cléber José da Silva, que imprimiu características que perduram até hoje, como as canções cantadas a mais vozes e interpretações de músicas românticas, da Renascença e também contemporâneas. O Coral conta com o apoio do DLA, do Curso de Extensão em Letras (Celin e Celif).




14 de outubro de 2011

Banda propõe novo estilo de se fazer música

         Cinco amigos e um ideal: fazer o que gosta.  Das sílabas iniciais de cada nome dos integrantes surge a Lútima Roca. A banda nasceu da vontade de criar um grupo acústico com arranjos inusitados de canções não tão conhecidas. Com a percussão de Rogério Pascini, os violões e as vozes de Ana Carolina Carvalho, Tim Gouveia, Lucas Ferrari, Marcos Vinícius Pereira isso é possível. Hoje a banda toca nos bares e eventos de Viçosa.

Da MPB aos Beatles, do nacional ao internacional. A banda tem um repertório extenso. O grupo ainda traz algo diferenciado para as músicas interpretadas. Todas elas têm o arranjo especial da Lútima Roca.
Conheça sobre a banda na entrevista realizada pela equipe Vozes.  




 Ouça uma das músicas interpretadas pela Lútima Roca.





Quer contratar a banda: (31)9750-1210.
Bianca Damas

22 de setembro de 2011

Evento promove espaço cultural na cidade

 
A noite de domingo, 18, foi embalada com som, imagem e poesia. O TransvesARTE uniu vários tipos de expressões culturais em um evento promovido pelo Coletivo 103, no Espaço Cultural e Acadêmico Fernando Sabino, na UFV. Olhares atentos do público procuraram a cada instante aproveitar as obras de artistas de Viçosa (MG), Belo Horizonte (MG), Sabará (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e São João da Boa Vista (SP).

As exposições que receberam os visitantes no Hall do prédio mesclaram fotografias, ilustrações e poesia. Os artistas Luísa Bertrami D’Angelo, Bianca Isabel de Sá, Coletivo Fora das Bordas por meio das fotografias encantaram o público. Estava exposto também o acervo da revista eletrônica paulista Sans Nom. As ilustrações ficaram por conta de Thales Gaspari e Tom Amaral. Ainda os presentes puderam ver o #VaraldaArte, onde poemas do Fora do Eixo Letras podiam ser lidos.


 
Além disso, houveram exibições de curtas, performance e a apresentação de uma banda. O espaço de apresentações foi invadido primeiro pelo Coletivo Kinoia. O grupo apresentou dois vídeos. O primeiro trazia o debate da diferença entre o cinema e o teatro. “Eu, caio.” foi o segundo curta da noite, que mostrou na prática o dialogo entre essas artes com a composição de atuação e reprodução de imagens. O Coletivo Kinoia agrega artistas do Rio de Janeiro, Juiz de Fora e Barbacena.

O público presente gostou da ideia. “Acho muito bom e interessante essa iniciativa, porque traz um novo conceito de arte e diferente do que vimos no dia a dia”, aprova o estudante de Direito da UFV, Luciano Portugal.
“Autopsiar-me” do dançarino Paulo Cézar mostrou que a junção das artes é possível em um único espetáculo. O artista preenche todo o palco com dança e texto, com uma pitada de amor, suscitando amor, alegria e outros sentimentos. A banda 4Intrumental, de Sabará, fechou o TransversARTE com músicas de seu primeiro álbum.  

4 Instrumental
           O Coletivo 103 é um de grupo difusão de produção artística e cultural, vinculado ao Circuito Fora do Eixo. “Nosso objetivo é fomentar a produção cultural em Viçosa e no TransverArte nossa intenção foi proporcionar um espaço para que os artistas independentes mostrem seus trabalhos”, afirma um dos organizadores, Daniel Vieira Gomes.

Integrantes do Coletivo 103

    Se você quer saber um pouco mais sobre alguns desses artistas acompanhe aqui no blog os próximos posts sobre o evento.
#VaraldaArte




Letes e Raoni Vidal do Circuito Kinoia

Curta Eu, caio.

Autopsiar-me

Paulo Cézar





Thiago Guedes 

Paulo Rodrigues



Raul Lonari

Tiago Salgado



Texto: Bianca Damas
Fotografia: Pâmera Mattos e Ana Ventura


19 de setembro de 2011

Artesanato serve como ganha-pão para os estudantes


Pinturas em camisetas, produção de mel e pimenta, tinturas com plantas medicinais e criação de bijouterias e sandálias. Estas podem ser atividades alternativas para ganhar dinheiro no período de formação acadêmica. Os estudantes universitários geralmente dedicam quase todo o tempo diário à suas atividades estudantis. Estes alunos, por não poderem se dedicar a carga horária integral sugerida pelo mercado de trabalho, acabam procurando outra forma para aumentar as suas rendas financeiras. Uma das formas alternativas mais procuradas pelos estudantes é o artesanato.
A aluna de Pedagogia da UFV-Universidade Federal de Viçosa-, Kyvia Gregório, 25 anos, produz artesanatos há seis anos. “ Cheguei em Viçosa em 2005 e já comecei a produzir artesanatos. Hoje faço parte de um grupo de artesãos de Viçosa. Os produtos não são somente vendidos, eles podem ser também trocados entre o grupo. Se eu vendo camisetas e preciso de uma sandália, posso trocar a camiseta com outra pessoa que vende sandálias. É um sistema de cooperação.” A aluna produz camisetas pintadas à mão, tinturas com plantas medicinais e algumas roupas em crochê.
 Viçosa é uma cidade que possui diversos artesãos. Muitos destes são estudantes que, além de praticarem o artesanato como renda, consideram que esta arte manual desempenha um papel importante na representação da cultura e tradições de uma região. “O trabalho manual pode ser uma forma de prazer, além de servir como renda complementar.” disse Aristides Hernandes, artista plástico viçosense, formado pela UFMG e criador de diversos quadros cubistas expostos em Belo Horizonte.
Seja como terapia, como fonte de renda ou para preservar a cultura de um povo, o artesanato, devido ao menor investimento financeiro exigido, se comparado a outras atividades,  representa uma alternativa para os estudantes durante as suas formações profissionais. 


                                                                

                  Pâmera Mattos